A aula experimental é o momento em que a academia tem a maior chance — e o maior risco — de ganhar ou perder um aluno. Veja o que fazer antes, durante e depois dela.
Boa parte do esforço de divulgação de uma academia — anúncios, indicação, redes sociais — existe para levar uma pessoa até a aula experimental. Mas se essa experiência não for bem conduzida, todo esse esforço anterior se perde no primeiro contato.
Antes do visitante chegar, vale registrar informações básicas: nome, contato, a modalidade de interesse e, se possível, o que motivou a visita (indicação de amigo, anúncio, redes sociais). Isso ajuda tanto a personalizar o primeiro contato quanto a entender, com o tempo, quais canais de divulgação realmente trazem gente para dentro do tatame.
Um instrutor ou colega apresentado especificamente para acompanhar o visitante faz muita diferença — ninguém gosta de ficar perdido em uma aula cheia de gente que já se conhece. Explicar rapidamente as regras básicas, a etiqueta do tatame e adaptar a intensidade para o nível do visitante evita que a primeira experiência seja frustrante ou intimidadora.
A maior parte das academias perde alunos não durante a aula, mas depois dela — quando ninguém entra em contato para saber se o visitante gostou, tirar dúvidas sobre planos e horários, ou simplesmente convidar para a próxima aula. Um contato dentro de 24 a 48 horas, mesmo que curto, aumenta bastante a taxa de matrícula.
No MestreDOJO, você mantém as informações de quem passou por uma aula experimental organizadas em um só lugar, junto com o restante da gestão de alunos — sem depender de anotações soltas ou de lembrar de cabeça quem ainda precisa de um retorno.
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